segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Homeostase, ajuda ou atrapalha?

Um dos cuidados que devem ser tomado quando se faz uma dieta de resultados imediatos é manter a perca de peso constante, fazendo alterações gradativas da dieta, evitando a homeostase.
                E o que é HOMEOSTASE?
                A homeostase (homeo = igual; stasis = ficar parado), é uma tentativa do corpo em manter suas atividades metabólicas, sua temperatura, sua pressão constante, mesmo com mudanças externas ao corpo. A homeostase é regulada pelo tecido adiposo, fígado e muscular e tem relação direta com a disponibilidade dos nutrientes sendo a insulina muito importante no metabolismo de tecido adiposo, pois muita insulina no sangue exerce a função de captação de glicose e, secundariamente, da síntese dos triglicérides. É essencial para a evolução (o organismo mais evoluído não é o mais forte, mas o que melhor se adapta ao meio), porém para quem deseja perder peso ela é um obstáculo.  Esse estado físico requer um determinado tempo para ser reabilitado, pois o Sistema Nervoso envia, através de impulsos nervosos, mensagens para o órgão responsáveis pelo combate das alterações, entretanto o Sistema Endócrino requer muito mais tempo para que os hormônios secretados possam agir em prol a homeostase.
                Em Dietas Low Carb o organismo é desprovido da sua principal fonte de energia, que são os carboidratos (Quebra da homeostase corporal), logo ele tem que promover outras maneiras de produzir energia e evitar alterações no meio interno (orientadas pelo Sistema Nervoso e Sistema Endócrino).  Para facilitar o entendimento, será utilizado como exemplo um outro post deste blog (DIETA NA PRÁTICA). Um voluntário que foi submetido a uma dieta low carb já iniciou com um nível de carboidratos muito baixo. Nas primeiras semanas o voluntário teve uma boa perda de gordura, porém após duas semanas, sem alterações na dieta, ele voltou ao estado de homeostase e não conseguiu mais diminuir o seu percentual de gordura. Com um remanejamento dos carboidratos ao longo do dia houve, mesmo que pequena, uma diminuição da massa corporal do voluntário.
               



Fontes: ftp://ftp.unilins.edu.br/josibotton/fisiologia/complemento%20HOMEOSTASE%20CORPORAL%20aula%201.pdf
http://www.guia.heu.nom.br/homeostase.htm
Livro Tabela de Composição Química dos Alimentos – Franco, Guilherme 

Por: Higor Holanda

domingo, 20 de outubro de 2013

Dieta na prática - Terceira semana de dieta





Peso: 80 Kg
          
           Nesta semana, o voluntário conseguiu perder 2,5 Kg nos primeiros dias, porém, a partir de quinta-feira (03 de outubro de 2013), ele teve o declínio no rendimento do treino, não conseguindo executar os exercícios com qualidade e maior dificuldade em se concentrar. Junto com a deficiência nos treinos, houve uma estagnação no peso, mantendo-o em 80 Kg.

Próxima semana:  Serão exibido novas fotos, a declaração do voluntário.

Por: Higor Holanda

domingo, 13 de outubro de 2013

Funcionamento do corpo durante a Atividade Física
            A energia utilizada pelo corpo e proveniente dos carboidratos, lipídeos e proteínas que ingerimos durante a Alimentação. No entanto, as moléculas não vem prontas dentro de cada alimento para serem utilizadas pela nossa musculatura. É necessária a degradação de cada uma dessas moléculas para depois serem armazenadas em seus respectivos depósitos e por último, enviadas ao músculo que exercerá determinada atividade. No caso dos carboidratos, o corpo humano quebra suas moléculas em glicose e as envia ao fígado e músculo, para serem armazenadas em forma de glicogênio. A gordura, é transformada em ácido graxo e glicerol, e armazenada em forma de triglicerídeo. E por último as proteínas, que são quebradas em aminoácidos.
            Existem 3 diferentes formas de substrato energético utilizadas pelo corpo durante a atividade física, são elas: ATP-CP;  Sistema Anaeróbio; Sistema Aeróbio. o corpo e capaz de escolher entre cada uma delas de acordo com sua necessidade momentânea. Vamos falar brevemente sobre cada um delas.
            ATP-CP: É a principal fonte de energia para todas os processos do organismo e, também, a forma mais rápida de se utilizar energia para execução de atividades intensas de baixa duração pois há a liberação imediata de energia e seu estoque é pequeno. Esta energia vem dos fosfatos de alta energia (ATP e CP) armazenados dentro das células dos músculos a serem utilizados durante a atividade, por isso não duram muito tempo.
            Sistema Anaeróbio:  Após a utilização da ATP, se inicia a liberação de energia pelos carboidratos- via glicolítica. A degradação da glicose ocorre a partir de sua decomposição em duas moléculas de ácido pirúvico, o qual é convertido em ácido lático sem a utilização de oxigênio. Uma das reservas de ATP-CP no corpo é a creatina, encontrada em carnes e suplementos. Esse sistema é utilizado durante atividades de alta intensidade executados por alguns minutos, entre eles: musculação, provas de natação e atletismo que duram alguns minutos.
            Sistema Aeróbio: Sistema capaz de manter o corpo em atividade prolongada durante períodos de tempo muito maiores que no sistema anaeróbio pois as células de gordura chegam a produzir até 35 vezes mais calorias que o glicogênio hepático. Por isso, a gordura acaba sendo mais utilizada para fornecer energia que os carboidratos, porém, é necessário lembrar que, os carboidratos são necessários para dar início ao ciclo. Neste processo, o ácido pirúvico é convertido em acetil CoA, que entra no ciclo de Krebs e inicia o sistema de fornecimento de energia aeróbia. Durante tal processo, a gordura também participa do fornecimento de energia devido à ß oxidação que transforma ácidos graxos livres em Acetil CoA e também entra no ciclo de Krebs (lipólise). É utilizado em exercícios de moderada ou baixa frequência cardíaca e com pequena demanda de ácido lático: maratonas, ciclismo e treinos prolongados.




 Ciclo de Krebs

           



            Os carboidratos e gorduras serão os combustíveis preferidos pelo corpo para adquirir energia, porém, as proteínas (formadas por aminoácidos), também podem ser transformadas em piruvato ou Acetil CoA e assim participar do ciclo de Krebs.
                A energia total proveniente deste metabolismo proteico normalmente varia de 5 a 10%, no entanto, dietas com baixo nível de carboidratos obrigam o corpo a aumentar sua participação para atender as necessidades do músculo.

Alterações decorrentes da Dieta Low Carb no Exercício Físico
            Nas primeiras duas semanas, aproximadamente, o corpo ainda não esta ceto-adaptado (adaptado a usar gordura como fonte de energia no lugar da glicose), por isso, pelo contrário do que muitos pensam, atividades intensas não são recomendadas pois podem estimular um maior nível de catabolismo muscular devido a falta de glicogênio.
                A crença popular alega que nessas primeiras semanas, o corpo perde mais peso pois a dieta funciona melhor e, depois que o corpo se adapta, não funciona mais. Por isso, esse é o melhor período para fazer as atividades mais intensas e potencializar a perda de gordura. Porém, este pensamento esta completamente errado, o fato de perder mais gordura não significa que a dieta funciona melhor no início, pelo contrário, neste período o corpo ainda não se adaptou à falta de carboidratos como fonte primaria e diminui sua taxa metabólica basal (energia mínima para manter o corpo funcionando em repouso) para compensar a falta de energia e ainda não esta ceto-adaptado. Além disso, devido ao catabolismo muscular, de certa forma, quem se exercita demais nas primeiras semanas acaba engordando devido a diminuição da quantidade de massa magra em relação à gordura corporal, que é preservada.
            Após o período de ceto-adaptação, o corpo percebe a falta de carboidratos na dieta e começa a utilizar suas fontes secundarias e terciarias para suprir seu gasto energético.  É neste momento que a dieta começa a mostrar resultados significativos. A gordura se torna a principal fonte de energia, processo que ocorre através da lipólise. A proteína, antes responsável basicamente pela reconstrução do tecido muscular, agora participa também da produção de energia. Assim, as quantidades de proteína dentro da dieta devem ser aumentadas para que não falte proteína para o processo de reconstituição da massa magra.
            Em relação ao exercício físico, o melhor não é ir para academia e ficar horas correndo na esteira ou combinar cinco exercícios diferentes por dia para manter-se o tempo inteiro ''queimando gordura''. Esse tipo de exercício quando praticado na a ausência de carboidratos (logo ausência de glicogênio), estimula o corpo a guardar sua gordura e prioriza a quebra de um tecido mais metabolicamente ativo, como a massa muscular, do que a quebra do tecido adiposo, que exige menos energia para se manter. Só em último caso a gordura vem de forma mais eficiente para manter os mecanismos principais, como o sistema nervoso e o cardíaco, mas nesse momento, estamos falando de casos extremos, como passar dias sem comer. Por isso, o aconselhável é fazer uma atividade intensa e de baixo gasto calórico. Entre elas, exercícios de força e explosão com bons intervalos de descanso. 
Qualquer método de treinamento deve ser acompanhado por um profissional.




      

      Dessa forma, a maneira correta de se exercitar ao fazer uso de uma dieta low carb é, iniciar com atividades menos intensas e ir aumentando gradualmente sua intensidade. E, para potencializar a perda de gordura, utilizar após o período de adaptação do corpo, o método de treinamento conhecido como Exercício Intervalado de Alta Intensidade, devido ao baixo gasto calórico, quando se compara com várias horas de esteira, e por queimar mais que o dobro da gordura que a atividade aeróbia. Para atletas, esse tipo de dieta não é muito recomendada durante o período de treino pois é constatada a existência de efeitos negativos consideráveis, sendo o principal deles a dificuldade de repor os estoques de glicogênio intra-muscular, o que atrapalha na regeneração da musculatura do atleta. Por isso, é utilizada apenas por atletas como fisiculturistas, momentos antes de competir para diminuir a gordura corporal sem afetar a musculatura significativamente.
 Por: Thiago Cantalogo Pereira
Fontes:

Dieta de Atkins

Dr. Robert Atkins

             


    A famosa dieta criada pelo cardiologista americano Robert Atkins foi desenvolvida nos anos 60 e sua utilização perdura até os dias atuais. Embora anteriormente criada , a dieta somente foi publicada em 1972 no livro A Dieta Revolucionária do Dr. Atkins. Por ser uma dieta eficaz no combate à obesidade , ela é mundialmente conhecida , visto que este problema está presente na realidade de muitos.




    Tendo como base o estudo da diferente alimentação dos Esquimós , a dieta consiste na enorme redução do consumo de carboidratos , tendo sua ingestão de calorias diárias atingindo os incríveis 98% apenas com proteínas e gordura de animais. Após muitas pesquisas , ficou comprovado que os maiores desafiantes da nutrição moderna possuíam uma alta expectativa de vida , sem índice de doenças vasculares e coronárias (doenças provenientes da obesidade e também da ingestão de gorduras e carne vermelha). Antes de formular a dieta , Atkins percebeu que os métodos anteriormente criados não conseguiam conter a compulsão alimentar , fazendo com que as pessoas desistissem da dieta e continuassem acima do peso. O objetivo principal dessa dieta é potencializar a queima de gordura e controlar a compulsão alimentar.


Exemplo de Pirâmide Alimentar da Dieta de Atkins 


A dieta é composta por 4 etapas :

1. CETOSE  
     Durante 15 dias , a alimentação não pode ultrapassar o consumo diário de 20g de carboidratos. A Cetose é um processo que consiste na utilização de gordura corporal como fonte de energia , uma vez que o carboidrato está em baixa no organismo.


2. PERDA DE PESO CONSTANTE 
     Período mais longo da dieta , onde ocorre o emagrecimento. Durante esse tempo , o Dr. Atkins sugeriu uma maior ingestão de verduras e aconselhou que a cafeína e o aspartame fossem evitados.


3. PRÉ-MANUTENÇÃO 
   Após atingir o peso desejado , o consumo de carboidratos sobe para 100g/dia. Possui o objetivo de preparar a pessoa para a manutenção (4ª Etapa).


4. MANUTENÇÃO 
   Por fim , a pessoa conseguirá encontrar um equilíbrio do quanto poderá ingerir de carboidratos , normalmente variando entre 200g e 500g. É necessário um acompanhamento mensal , com os carboidratos podendo ser ingeridos juntamente com a prática de exercícios físicos. 


       A dieta não necessita da utilização de nenhum medicamento , visto que ocorre o processo de Cetose no organismo. Por existir um alto consumo de gordura e proteína , a pessoa não sente fome durante o período de dieta. 
     Com a diminuição de carboidrato no organismo , alguns efeitos colaterais ficam em evidencia , os mais frequentes são : alteração de humor , dores de cabeça , desidratação , sono , tontura e fraqueza. 


   Lembrando que , para toda dieta , é sempre necessário um acompanhamento profissional , visto que cada organismo pode reagir de uma maneira diferente. Dando a devida atenção para isso , será evitado qualquer prejuízo a saúde.


Fontes : 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Dieta_de_Atkins
http://seumundolowcarb.blogspot.com.br
http://www.dietadratkins.com 



                                                                                 Por : Ricardo Lima Algarte 


sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Dietas Low Carb, uma visão bioquímica.

                  Como já foi dito, dietas low carb são provenientes de uma alimentação restrita em carboidratos. Mas quais são as respostas do organismo a esse tipo de alimentação?
                Glicose. A glicose é a molécula que a evolução priorizou como fonte de energia em nós seres humanos.  Nosso tecido nervoso, que coordena todo nosso funcionamento, sobrevive basicamente a base desse composto. Nosso corpo possui a capacidade de armazenar e sintetizar glicose. Isso sugere que é um composto vital para nossa sobrevivência. O que acontece quando nosso organismo é desprovido de uma fonte externa de glicose?
                Ao ser ingerido, esse carboidrato simples ativa respostas hormonais no corpo. A principal resposta é o estímulo à liberação de insulina. A insulina é um hormônio polipeptídico secretado por células beta da parte endócrina do pâncreas. Este hormônio se comunica com as células musculares e adiposas ativando o receptor de glicose GLUT-4, afim de diminuir a concentração sanguínea da mesma. Isso acarreta em uma utilização da glicose e armazenamento no músculo (síntese proteica e glicogenese) e conversão da glicose a triglicerídeos no tecido adiposo para armazenamento. 





Quando os níveis de glicose estão baixos há uma inversão hormonal, com os níveis de insulina descendo e os de glucagon subindo. Isso acontece em estados de jejum ou privação de glicose derivada da dieta. O glucagon (também um hormônio polipeptídico) ativa o catabolismo no corpo e aumenta os níveis de glicemia. Ele é produzido pelas células alfa na parte endócrina do pâncreas.  Nas células do tecido hepático ele promove a conversão de ATP em AMP-cíclico, composto importante para iniciar a glicogenólise, (que é a retirada de moléculas de glicose do glicogênio), assim ativa a produção (gliconeogênese) e liberação de glicose para o sangue pelo fígado. No tecido muscular promove o catabolismo de proteínas (o que aumenta a ureia), assim os aminoácidos gluconeogênicos também no fígado, serão utilizados para a geração de glicose (um dos exemplos de aminoácidos utilizados para a gliconeogênise é transporte de piruvato e amônia por meio da formação de alanina do músculo para o fígado pelo ciclo da ureia) .

No tecido adiposo o glucagon ativa a lipólise, que é a degradação de triglicerídeos em ácidos graxos e glicerol principalmente na matriz mitocondrial. Os ácidos graxos são liberados para corrente sanguínea aumentando a concentração dos mesmos e serão usados por tecidos que não são glicose dependentes. Os gliceróis serão utilizados no fígado para produção de glicose. Os ácidos graxos no fígado serão metabolizados a Acetil-CoA e logo depois para corpos cetônicos (cetogênese) na matriz mitocondrial. São utilizados nas células do coração, musculares e do cérebro. Sendo que nesse ultimo são essências durante o estado de jejum, sendo a maior fonte de energia quando os níveis de glicose estão baixos. Um grande aumento desses corpos faz com que o organismo entre em cetose, um estado anormal (mas não necessariamente perigoso) que ocorre após alguns dias em estado de jejum. Quando há um aumento ainda maior ocorre a cetoacidade, onde o nível de pH sanguíneo fica baixo. (Normal para pessoas com diabetes mellitus não tratadas).
   Em uma dieta restrita de carboidratos, grande parte do dia o corpo simula um estado de jejum, pois não há grande liberação de insulina sem o consumo de carboidratos, mantendo os níveis glucagon > insulina. Podemos assim assimilar o estado de jejum do corpo com o que ocorre durante uma dieta com baixa ingestão de carboidratos. Mas há alguns fatos a serem considerados. Durante o jejum não há consumo de outros macronutrientes, já em uma low carb, o consumo de proteínas e gorduras está presente durante o dia. Pode não haver a liberação de insulina, mas os níveis de glicemia não caem tão drasticamente, pois dependendo da quantidade ingerida,  parte das proteínas e gorduras serão metabolizadas em glicose, assim mantendo os níveis de glicose sanguínea maiores do que em pleno jejum, podendo então, evitar um estado de cetose.

Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Corpos_cet%C3%B4nicos
http://pt.wikipedia.org/wiki/Glucagon
http://en.wikipedia.org/wiki/Low-carbohydrate_diet
http://lowcarb-paleo.blogspot.com.br
http://www.fat-new-world.com/2011/02/porque-muitos-falham-entrar-em-cetose.html


                                                                                                      Por: Gabriel Pretto de Carvalho

Dieta na prática - Segunda semana de dieta

Segunda semana

Peso ao final da semana: 82,5 Kg

             No início da semana o voluntário tinha se adaptado à dieta, o desejo de se desvincular havia amenizado e estava mais fácil segui-la. Entretanto, com uma forte variação do clima que estava ocorrendo na região, Brasília-DF, o paciente ficou resfriado (não tem envolvimento com a dieta, pois os nutrientes necessários já estão sendo supridos pelas refeições) e teve que mudar a dieta durante três dias para antecipar a recuperação. Antes do acontecimento o voluntário estava se sentindo mais fraco durante os treinos e chegou a sentir tonturas (o que já era sintomas da patologia). De domingo até quinta-feira (22 a 26 de setembro de 2013) ele conseguiu pesar 81,4 kg, pouca variação desde a semana passada, mas teve uma melhoria do tônus muscular. Durante a patologia o paciente adquiriu 1,1 Kg, resultante da reidratação necessária para recuperação e da ingestão de outros alimentos que não faziam parte da dieta.

Próxima semana: O voluntário volta a sua rotina de alimentação e de treino pesando 82,5 kg.

Por: Higor Holanda

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Dieta na prática - Primeira semana de dieta




- Composição corporal:
Peso: 82,2 kg
Gordura corporal: 12,2 %
Peso Gordo: 10,1 kg
Peso magro: 70,7
Nível de gordura visceral (1 a 59): 1


            A dieta teve início no dia 15 de setembro de 2013. Na primeira semana, o voluntário não demonstrou alterações na sua resistência a atividades físicas, conseguindo manter a intensidade dos treinos (musculação e jiu-jitsu) e conseguiu perder 3,5 Kg (é um numero muito grande para uma semana, mas deve-se contar que em meio a esses 3,5 kg teve a perca de água que essa dieta fornece). De certa forma, não sentiu falta de alimentos como arroz e feijão (ricos em amido) que não foram completamente excluídos da dieta, mas sofreram uma grande redução das porções. Entretanto, houve um aumento do desejo de comer alimentos totalmente excluídos da dieta como pizza, macarronada, lasanha (com altas cargas glicêmicas) e frutas (ricas em açucares frutose e sacarose) que só podem ser ingeridas uma vez por dia e em pequenas porções. Isso pode ser explicado de maneira bem simples, a vontade de comer alimentos eliminados se dá ao próprio fato de serem “proibidos”. Os nutrientes que eles fornecem já estão sendo ingeridos no decorrer de outras refeições (claro que sem o exagero que existe nesses alimentos) e as frutas, devido ao sabor adocicado da frutose que quase não contém na dieta.


Próxima semana: Será divulgada novas fotos do voluntário e seus comentários; variação de peso, e um imprevisto ocorrido durante a semana.

Por: Higor Holanda