Dietas low carb, como o próprio nome sugere, são baseadas em
uma baixa ingestão de carboidratos, que variam de quantidade de dieta para
dieta. Esses sendo compensados por um
aumento nos níveis de lipídios e proteínas presentes na alimentação, podendo
ser uma dieta hipercalórica (hiperlipídica- proteica) ou hipocalórica (onde as
calorias que antes eram provenientes dos hidratos de carbono não são totalmente
compensadas pelo aumento de outros macronutrientes). Nessa dieta é permitido o consumo de fibras,
visto que essas não influenciam no saldo final de carboidratos e ajudam a
saciar a fome e a regular a digestão.
Esse estilo de dieta é muito buscada por atletas e pessoas comuns que buscam uma grande perda de peso em um curto período de tempo. Ou até mesmo pessoas com complicações como diabetes, pressão alta e doenças cardiovasculares em busca de diminuição ou a prevenção de sintomas. Pelo fato de haver a restrição de carboidratos, o metabolismo responde de forma a buscar outros meios para suprir a necessidade energética, parte sendo proveniente da quebra de triglicerídeos encontrados no tecido de armazenamento do corpo, o tecido adiposo. Há também o catabolismo de outras reservas e tecidos, como queima dos estoques de glicogênio e quebra do tecido muscular (sendo parte da perda de peso proveniente da diminuição de massa magra), o que pode acarretar um aumento na ureia corporal (que é diurética, assim diminuindo a quantidade de água no corpo, outro motivo da perda de peso acentuada).
Uma dieta como a low carb pode acarretar em fraqueza devido ao baixo nível de glicose, fome excessiva no início da dieta, aumento na circulação de corpos cetônicos (são cetogênicas) derivados da quebra de triglicerídeos, aumento na ureia, devido ao uso de aminoácidos como energia e como substrato para gliconeogênese. Sobrecarga hepática e dos rins, perda de potássio, aumento da creatinina entre outras são complicações que esse estilo de alimentação pode trazer ao indivíduo.
Dependente da forma em que se é elaborada, essa dieta pode vir a ser um tipo de alimentação com uma série de riscos a saúde. Mas se bem construída, monitorada e procurando restringir os riscos e complicações, respeitando a bioquímica de nosso organismo, pode ser de grande valor para quem busca como objetivo perda acentuada de gordura que virá a acarretar em uma vida mais saudável.
Esse estilo de dieta é muito buscada por atletas e pessoas comuns que buscam uma grande perda de peso em um curto período de tempo. Ou até mesmo pessoas com complicações como diabetes, pressão alta e doenças cardiovasculares em busca de diminuição ou a prevenção de sintomas. Pelo fato de haver a restrição de carboidratos, o metabolismo responde de forma a buscar outros meios para suprir a necessidade energética, parte sendo proveniente da quebra de triglicerídeos encontrados no tecido de armazenamento do corpo, o tecido adiposo. Há também o catabolismo de outras reservas e tecidos, como queima dos estoques de glicogênio e quebra do tecido muscular (sendo parte da perda de peso proveniente da diminuição de massa magra), o que pode acarretar um aumento na ureia corporal (que é diurética, assim diminuindo a quantidade de água no corpo, outro motivo da perda de peso acentuada).
Uma dieta como a low carb pode acarretar em fraqueza devido ao baixo nível de glicose, fome excessiva no início da dieta, aumento na circulação de corpos cetônicos (são cetogênicas) derivados da quebra de triglicerídeos, aumento na ureia, devido ao uso de aminoácidos como energia e como substrato para gliconeogênese. Sobrecarga hepática e dos rins, perda de potássio, aumento da creatinina entre outras são complicações que esse estilo de alimentação pode trazer ao indivíduo.
Dependente da forma em que se é elaborada, essa dieta pode vir a ser um tipo de alimentação com uma série de riscos a saúde. Mas se bem construída, monitorada e procurando restringir os riscos e complicações, respeitando a bioquímica de nosso organismo, pode ser de grande valor para quem busca como objetivo perda acentuada de gordura que virá a acarretar em uma vida mais saudável.
Por: Gabriel Pretto de Carvalho
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